quinta-feira, 17 de novembro de 2005

I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain
The only thing that’s real
The needle tears a hole
The old familiar sting
Try to kill it all away
But I remember everything

quarta-feira, 16 de novembro de 2005

Music: Devil Inside
Artist: Utada Hikaru

Everybody wants me to be their angel
Everybody wants something they can cradle

They don't know I burn
They don't know I burn
They don't know I burn
They don't know I burn

Maybe there's a devil (or something like it) inside
Maybe there's a devil (or something like it) inside of me
Devil (or something like it) inside
Maybe there's a devil somewhere really deep inside me
Devil inside of me
Jealous angel deep inside me

You don't know cuz you're too busy reading labels
You're missing all the action underneath my table

I'm waiting for my turn
Waiting for my turn
Just waiting for my turn
Just waiting for my turn

Maybe there's a devil (or something like it) inside
Maybe there's a devil (or something like it) inside of me
Devil (or something like it) inside
Maybe there's a devil somewhere really deep inside me
Devil inside of me
Jealous angel deep inside me

Time to make it burn
This is how I burn

Maybe there's a devil (or something like it) inside
Maybe there's a devil (or something like it) inside of me
Devil (or something like it) inside
Maybe there's a devil somewhere really deep inside me
Devil inside of me
Jealous angel deep inside me

+ + +

Não sei o que esta acontecendo... resta-me agir da mesma forma de sempre.

Ultimamente as palavras tem se perdido, antes mesmo de chegarem a minha boca.

They don't know I burn!
They don't know I burn!

terça-feira, 8 de novembro de 2005

Junte os pés. Incline o corpo, traga sua arma até a cintura e avance. Depois do terceiro passo qualquer coisa pode acontecer. Céu ou inferno, esqueça por onde andou... dilemas que existem em todos nós. Avance. Avance.

Temos capacidade de ver as cortinas do mistério em tudo. Não queremos aceitar nossa própria simploriedade.

Abaixe de novo, guarde sua arma, levante e dê cinco passos para traz. Relaxe os braços. Vá embora.

+ + +

"Os passaros voam por causa da resistencia do ar."

quinta-feira, 27 de outubro de 2005

Band: Radiohead
Music: Talk Show Host

I want to, I want to be someone else or I'll explode
Floating upon the surface for
The birds, the birds, the birds

You want me, well f**king well come and find me
I'll be waiting with a gun and a pack of sandwiches
And nothing, nothing, nothing, nothing

You want me, well, come on and break the door down
You want me, f**king come on and break the door down
I'm ready, I'm ready, I'm ready, I'm ready, I'm ready...

terça-feira, 25 de outubro de 2005

A necessidade de estar o tempo inteiro correndo atrás de sucesso e realizações é o que nos faz colher resultados.

Mas após cada grande realização o chão parece sumir...

O chão sumiu, e mesmo sentindo ainda o fogo no peito, o frio da solidão começa a tomar conta do corpo.

+ + +

"There is no going back
I can't stop feeling now
I am not the same, I'm growing up again
I am not the same
I'm growing up again
There's no going back I can't stop feeling now."
- Cocteau Twins - Evangeline

segunda-feira, 17 de outubro de 2005

O respeito ao mistério
Os gregos foram os grandes mestres em descrever o comportamento humano através de pequenas histórias, que costumamos chamar de “mitos”. Todas as gerações que vieram depois deles, da psicanálise de Freud (com o complexo de Édipo, por exemplo), aos filmes de Hollywood (como o Morpheus de “Matrix”) terminaram por beber desta fonte.
Durante grande parte de minha vida, uma destas histórias me deixava muito intrigado: o mito de Psyche.
Era uma vez...uma linda princesa, admirada por todos, mas que ninguém ousava pedir sua mão em casamento. Desesperado, o rei consultou o deus Apolo; esse disse que Psyche deveria ser deixada sozinha, vestida de luto, no alto de uma montanha. Antes que o dia raiasse, uma serpente viria a seu encontro para desposá-la. O rei obedeceu, e por toda a noite a princesa esperou, aterrorizada e morta de frio, a chegada de seu marido.
Terminou adormecendo; ao despertar, estava em um lindo palácio, transformada em rainha. Todas as noites seu marido vinha a seu encontro, faziam amor, mas ele havia imposto uma única condição: Psyche podia ter tudo o que desejasse, mas devia demonstrar total confiança, e jamais poderia ver seu rosto.
A moça viveu muito tempo feliz; tinha conforto, carinho, alegria, estava apaixonada pelo homem que lhe visitava todas as noites. Entretanto, vez por outra tinha medo de estar casada com uma serpente horrorosa. Certa madrugada, quando o marido dormia, com uma lanterna iluminou a cama; e viu, deitado ao seu lado, Eros (ou Cupido) - um homem de incrível beleza. A luz o despertou, ele descobriu que a mulher que amava não era capaz de cumprir seu único desejo, e desapareceu.
Sempre que eu lia este texto, me perguntava: será que não podemos nunca descobrir a face do amor?
Foi preciso que muitos anos passassem por debaixo da ponte de minha vida, até compreender que o amor é um ato de fé em uma outra pessoa, e seu rosto deve continuar envolto em mistério. Ele deve ser vivido e desfrutado a cada momento, mas sempre que tentemos entendê-lo, a magia some.
Quando aceitei isso, passei também a deixar que minha vida fosse guiada por uma linguagem estranha, que chamo de “sinais”. Sei que o mundo está falando comigo, eu preciso escutá-lo, e se assim fizer, serei sempre guiado em direção ao que existe de mais intenso, mais apaixonado, e mais belo. Claro que não é fácil, e às vezes sinto-me como Psyche no penhasco, com frio e terror; mas se sou capaz de passar aquela noite, e entregar-me ao mistério e à fé na vida, termino sempre por acordar em um palácio. Tudo que preciso é confiar no Amor, mesmo correndo o risco de errar.
Concluindo o mito grego: Desesperada para ter seu amor de volta, Psyche se submete a uma série de tarefas que Afrodite (ou Vênus), mãe de Cupido (ou Eros), invejosa de sua beleza, lhe impõe – uma dessas tarefas era a de que entregasse um pouco de sua beleza para ela. Psyche fica curiosa com a caixa que conteria a beleza da Deusa e novamente não consegue lidar com o Mistério – resolve abri-la – na caixa nada encontrou de beleza, mas sim um infernal sono que a deixou inerte, sem movimentos.
Eros/Cupido também está apaixonado, arrependido por não ter sido mais tolerante com sua mulher. Consegue entrar no castelo e despertá-la de seu sono profundo com a ponta de sua flecha e mais uma vez lhe diz – quase morreste devido a sua curiosidade – esta a grande contradição, Psyche que buscava encontrar segurança no conhecimento encontrou insegurança.
Os dois vão até Júpiter, o deus supremo, implorar que esta união jamais possa ser desfeita.
Júpiter advogou com empenho a causa dos amantes que conseguiu a concordância de Vênus. A partir deste dia, Psyche (a essência do ser humano) e Eros (o amor) estão para sempre juntos. Quem não aceitar isso, e procurar sempre uma explicação para as mágicas e misteriosas relações humanas, irá perder o que a vida tem de melhor.
- Guerreiro da Luz

+ + +

Nem mesmo aquele que diz saber explicar tudo, mesmo que em um mero único ínfimo aspecto, é capaz de realmente entender. A compreenão as vezes é tão passageira quanto a verdade que nos cerca nessa cortina... nessa névoa.

Psyche era insegura no próprio conhecimento, e realmente essa é a essência dos homens.

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

O vento corta os céus.
Assim o homem superior purifica os aspectos externos de sua natureza.

O vento pode nascer do reflexo de uma atitude.

Ventania é aquilo que pode fazer olhos fecharem...
casas voarem... dar força a maior das fogueiras.

Porém uma brisa é capaz de acalentar a solidão...
ser filha de um doce sussurro... ou acariciar seu cabelo.

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Ar... inteligência, traz a troca de informação, agilidade...
Dizem que esse elemento utiliza a lógica e a objetividade.

Vejo como Renovação.