segunda-feira, 24 de julho de 2006

As coisas estão mudando.
Tudo sempre muda. Nossas certezas, nossas ambições, nossas pespectivas...

Cada dia que passa percebo o quanto importante é a espiritualidade. Tenho estudado constantemente a profundidade da minha alma, numa procura sedenta por certezas e explicações. Utilizando-me de três ferramentas, uma espada, tambores e solidão. A vida nos dá... nos tira... Perdemos chances, choramos, nos sentimos abandonados, ... desilusão.

E pra onde vamos? Posso dizer que perdi hoje alguém que torcia muito por mim. Que sempre quando as coisas estavam ao seu alcance, baseada na sua fé, me ajudava com ensinamentos sábios e o mais importante, acreditava em mim. Uma segunda Mãe.

Ah Mamãe...
Nos trouxe tantas coisas boas.
Nos encheu de certezas, ambiçôes e pespectivas...

Posso dizer que desde seu último suspiro meus mergulhos ganharam um novo folego, e pra cada atmosfera de pressão vencida, as bolhas que solto levam para superfície sua força.

Receba meu carinho e meus votos de paz.
De seu filho que foi pras matas, e nunca mais saiu de lá.
SaintMiguel

segunda-feira, 10 de julho de 2006

dor
do Lat. dolore

s. f.,
sofrimento físico ou moral;
mágoa, aflição;
pesar;
dó;
condolência, piedade;
remorso;
(no pl. ) manifestações dolorosas que precedem o parto.

- de cotovelo: ciúme; inveja; despeito.

+ + +

;-/

sexta-feira, 30 de junho de 2006

Ela faz cinema
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque

Quando ela chora
Não sei se é dos olhos para fora
Não sei do que ri
Eu não sei se ela agora
Está fora de si
Ou se é o estilo de uma grande dama
Quando me encara e desata os cabelos
Não sei se ela está mesmo aqui
Quando se joga na minha cama

Ela faz cinema
Ela faz cinema
Ela é a tal
Sei que ela pode ser mil
Mas não existe outra igual

Quando ela mente
Não sei se ela deveras sente
O que mente para mim
Serei eu meramente
Mais um personagem efêmero
Da sua trama
Quando vestida de preto
Dá-me um beijo seco
Prevejo meu fim
E a cada vez que o perdão
Me clama

Ela faz cinema
Ela faz cinema
Ela é demais
Talvez nem me queira bem
Porém faz um bem que ninguém
Me faz

Eu não sei
Se ela sabe o que fez
Quando fez o meu peito
Cantar outra vez
Quando ela jura
Não sei por que Deus ela jura
Que tem coração
e quando o meu coração
Se inflama

Ela faz cinema
Ela faz cinema
Ela é assim
Nunca será de ninguém
Porém eu não sei viver sem
E fim.

sexta-feira, 16 de junho de 2006

quarta-feira, 7 de junho de 2006

"A diferença básica entre um homem comum e um guerreiro é que um guerreiro toma tudo como desafio, enquanto um homem comum toma tudo como bênção ou como castigo."

+ + +

Frase perfeita.
A Verdade é afiada.
Corta qualquer argumento.

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Reflita sobre uma coisa agora.

"Aceito a derrota, mas não sei conviver com ela."

Parece paradoxal? Trate de prestar bastante atenção e verá brotar entre as vogais e consoantes dessa frase uma máxima capaz de me abrir como um livro. E quem sabe, até vc (?). Pra mim agora é algo tão simples como a semente que é plantada e depois de alguns dias percebe-se sua transformação.

Aprendo muitas coisas no simples ato de prever como seria o gosto da derrota. Vitórias? Deve estar se perguntando... Sim. Quase tudo que faço é baseado nisso, de uma forma ou de outra. Então, não me peça nem espere que eu vá "conviver" com uma derrota.

Se algo perdeu ou não tem valor pra mim, é pq já passei por cima provando seu valor ou pq virei as costas.

+ + +

A semente pode ser divina, mas se não tiver terra, não existe raiz, não existe tronco, não existe folha... ... não existe frutos.

Plante aonde puder colher. A não ser que aprecie "natureza morta".

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Heat from the sun somedays slowly passes,
Until then, you have to live with yourself

Heat from the sun somedays slowly passes,
Until then, you have to live with yourself

Heat from the sun somedays slowly passes,
Until then, you have to live with yourself

- Trick - Hell Is Around The Corner